Mãe reencontra bebê sequestrada em Mato Grosso do Sul e levada ao Paraguay.

Repercussão Nacional Após sete dias de angústia, uma mãe de Mato Grosso do Sul finalmente reencontrou a filha, que havia sido sequestrada. O reencontro encerrou um período marcado pela preocupação da família e pelas buscas para localizar a criança. A história ganhou repercussão após o desaparecimento da bebê e mobilizou as autoridades na tentativa de […]

Repercussão Nacional

Após sete dias de angústia, uma mãe de Mato Grosso do Sul finalmente reencontrou a filha, que havia sido sequestrada. O reencontro encerrou um período marcado pela preocupação da família e pelas buscas para localizar a criança.

A história ganhou repercussão após o desaparecimento da bebê e mobilizou as autoridades na tentativa de encontrar a menina e esclarecer as circunstâncias do caso.

Sete dias de espera e preocupação

Durante uma semana, a família viveu momentos de grande apreensão enquanto aguardava notícias sobre o paradeiro da criança.

As buscas seguiram durante o período, com atuação das autoridades responsáveis pela investigação.

A mãe acompanhou o caso à espera de informações que pudessem levar ao reencontro com a filha.

Bebê foi encontrada no Paraguai
🤩 Imponente vista de la frontera entre Pedro Juan Caballero 🇵🇾 y Ponta Porã 🇧🇷 . . Créditos @mundozinhos

Susilaine atravessou para Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia próxima a Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul. Segundo a polícia, ela passou por uma região onde não havia posto de fronteira.

As autoridades paraguaias localizaram a casa para onde a mulher havia ido, em um bairro residencial. Susilaine e o companheiro tinham alugado o imóvel havia cerca de três meses.

Depois da confirmação de que a bebê estava no local, foi solicitado um mandado de busca. Quinze policiais paraguaios participaram da operação que terminou com o resgate de Ayla.

O companheiro de Susilaine, Alex Melo de Abreu, também foi preso. Segundo as autoridades, ele apresentou documentação falsa e era foragido da Justiça brasileira, com condenação por homicídio.

Em depoimento, Alex afirmou que acreditava ser pai da criança e que chegou a comprar roupas e outros itens para o bebê.

Mentiras para despistar a família

Suzilaine da Graça Costa — Foto: Reprodução/TV Globo

A polícia descobriu que não existia nenhuma mulher chamada Carol.
Os investigadores identificaram a suspeita como Suzilaine da Graça Costa.

Enquanto Raquele e a irmã estavam desaparecidas, a tia da adolescente tentou entrar em contato com a mulher que havia oferecido o suposto emprego.

A suspeita afirmou que as duas já tinham ido embora e que haviam chamado um carro por aplicativo. Depois, apresentou outra versão: disse que Raquele teria ido para a casa do pai da bebê.

As duas adolescentes foram deixadas de olhos vendados em um terreno próximo à casa.

Quando voltaram para casa, a família decidiu contar à polícia o que realmente havia acontecido. A tia também enviou uma nova mensagem para a suspeita:

“Entrega a neném, pelo amor de Deus.”

Investigação continua para esclarecer o caso

Apesar da localização da bebê, as autoridades continuam trabalhando para esclarecer todos os detalhes relacionados ao sequestro.

A investigação deverá reunir informações sobre o desaparecimento, a localização da criança e as circunstâncias que levaram ao crime.

Os próximos passos dependerão da apuração realizada pelos órgãos responsáveis.

Caso termina com reencontro após uma semana

O reencontro colocou fim a sete dias de angústia vividos pela família, o momento em que mãe e filha finalmente ficaram juntas novamente marcou o fim de uma semana de incertezas, a  mãe relatou a felicidade pelo reencontro depois dos dias de preocupação.

'Estou muito feliz, porque recuperei minha bebê': o reencontro entre mãe e bebê sequestrada no MS — Foto: Reprodução/TV Globo
O retorno da criança representou um momento de alívio para familiares que acompanharam as busca
A mãe, emocionada, resumiu o sentimento diante do retorno da filha: “Muito feliz”.
A investigação agora segue para esclarecer completamente o caso e responsabilizar os envolvidos, conforme o resultado das apurações.