Categoria: Politica

  • Em encontro em Ponta Porã, Carlos Bernardo reúne apoiadores e apresenta propostas para a fronteira

    Em encontro em Ponta Porã, Carlos Bernardo reúne apoiadores e apresenta propostas para a fronteira

    Carlos Bernardo e Hélio Peluffo defenderam investimentos em saúde, infraestrutura, educação, qualificação profissional e desenvolvimento econômico Ponta Porã (MS)

    Carlos Bernardo e Hélio Peluffo defenderam investimentos em saúde, infraestrutura, educação, qualificação profissional e desenvolvimento econômico

    Ponta Porã (MS) – Centenas de pessoas participaram de um encontro político organizado por Carlos Bernardo, candidato à Câmara dos Deputados, e Hélio Peluffo, candidato à Assembleia Legislativa.

    O evento reuniu lideranças, apoiadores e moradores de Ponta Porã para discutir propostas direcionadas à região de fronteira.

    Durante o encontro, os candidatos defenderam uma atuação conjunta entre representantes estaduais e federais para buscar recursos e viabilizar projetos nas áreas de saúde, infraestrutura, educação, qualificação profissional e desenvolvimento econômico. 

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    Hospital Binacional é apresentado como uma das principais propostas

    Carlos Bernardo apresentou como uma de suas principais propostas a implantação do Hospital Binacional de Fronteira.

    Segundo o candidato, o objetivo é ampliar a oferta de atendimentos de média e alta complexidade na região e reduzir a necessidade de transferência de pacientes para municípios como Dourados, Campo Grande e Três Lagoas.

    O projeto de um hospital binacional na região de fronteira já havia sido apresentado publicamente anteriormente e recebeu, em agosto, declaração de interesse público e municipal pela Junta Municipal de Pedro Juan Caballero.

    Bernardo afirmou ainda que a proposta já foi apresentada a autoridades brasileiras e paraguaias e defendeu a participação da Itaipu Binacional em sua viabilização. 

    Apoiadora destaca proposta para a saúde

    Durante o encontro, Adrielle, apoiadora dos dois candidatos, afirmou considerar o projeto uma prioridade para Ponta Porã.

    Ela relacionou a proposta à atuação conjunta de Carlos Bernardo e Hélio Peluffo.

    “Eu voto no Carlos Bernardo porque acredito que ele, junto com o Hélio, pode trazer melhorias para Ponta Porã. Ainda mais pelo Hospital Binacional, que é o que o povo precisa aqui”, afirmou Adrielle.

    Educação, qualificação e geração de empregos

    Além da saúde, Carlos Bernardo relacionou suas propostas à preparação de Mato Grosso do Sul para as transformações econômicas associadas à Rota Bioceânica.

    O candidato defendeu investimentos em educação, formação técnica e ensino superior, além da criação de condições para a atração de empresas e geração de novos empregos.

    “Nós precisamos preparar o nosso Estado para o futuro. Precisamos de educação para os nossos jovens, qualificação profissional, estrutura para receber empresas e condições para gerar emprego para a nossa gente”, afirmou Carlos Bernardo.

    A Rota Bioceânica é um corredor de integração que envolve Brasil, Paraguai, Argentina e Chile e pretende ampliar a conexão logística entre os oceanos Atlântico e Pacífico.

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    Trajetória empresarial é citada por apoiadores

    O perfil empresarial de Carlos Bernardo também foi mencionado por participantes do encontro.

    Fernando afirmou que sua decisão de apoiar o candidato está relacionada à sua trajetória como empreendedor e à atuação na geração de empregos.

    “Eu voto no Carlos Bernardo porque ele é um empreendedor, um cara que gera empregos e em quem dá para confiar no trabalho. Acredito que ele é o nome para representar o nosso Estado em Brasília”, declarou Fernando.

    Hélio Peluffo defende maior representação política de Ponta Porã

    Durante sua participação no encontro, Hélio Peluffo concentrou sua fala na necessidade de ampliar a representação política de Ponta Porã na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

    Peluffo também destacou a importância da articulação entre deputados estaduais e federais para viabilizar investimentos destinados aos municípios.

    “Nossas lutas são muitas, nossas necessidades são grandes e nós precisamos ter voz na Assembleia. Precisamos ter gente que nos defenda, que lute e brigue pelos propósitos que Ponta Porã necessita”, declarou Hélio Peluffo.

    Ex-prefeito destaca experiência na administração municipal

    Ex-prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo utilizou sua experiência na administração municipal para defender que grandes investimentos dependem da articulação entre prefeituras, Governo do Estado, bancada federal e Congresso Nacional.

    Na área da saúde, Peluffo defendeu tanto a execução do projeto do Hospital Binacional apresentado por Carlos Bernardo quanto o fortalecimento e a ampliação da estrutura do Hospital Regional de Ponta Porã.

    “Além do hospital que o Carlos Bernardo vem defendendo para a faixa de fronteira, nós também precisamos dobrar o nosso Hospital Regional”, afirmou Peluffo.

    Rota Bioceânica entra no centro do debate

    A Rota Bioceânica também ocupou espaço nas falas durante o encontro.

    Carlos Bernardo afirmou que Ponta Porã e Mato Grosso do Sul precisam se preparar antecipadamente para receber novos investimentos, empresas e trabalhadores relacionados ao avanço do corredor internacional.

    Entre as medidas defendidas pelo candidato estão qualificação profissional, ampliação da infraestrutura e criação de ambientes favoráveis à instalação de novos empreendimentos.

    Fronteira como polo de desenvolvimento

    Para Carlos Bernardo, a posição geográfica de Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai e próxima aos corredores de integração da América do Sul, pode ser utilizada para estimular atividades relacionadas à indústria, comércio, logística e prestação de serviços.

    A proposta apresentada durante o encontro é associar os investimentos em infraestrutura à preparação da mão de obra local, de forma que a população da região possa participar das oportunidades econômicas geradas pelos novos projetos.

    Ao longo do encontro, saúde, representação política, educação, qualificação profissional, infraestrutura e desenvolvimento econômico estiveram entre os principais temas apresentados pelos candidatos aos apoiadores e moradores de Ponta Porã. 

  • TST suspende julgamento sobre greve dos Correios

    TST suspende julgamento sobre greve dos Correios

    Tribunal Superior do Trabalho interrompe análise do dissídio coletivo; paralisação começou em setembro e envolve reivindicações trabalhistas da categoria

    TST suspende julgamento sobre greve dos Correios

    Tribunal Superior do Trabalho interrompe análise do dissídio coletivo; paralisação começou em setembro e envolve reivindicações trabalhistas da categoria

    O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu nesta segunda-feira (21) o julgamento do dissídio coletivo relacionado à greve dos trabalhadores dos Correios. A paralisação começou em 10 de setembro, após as negociações entre a empresa e os representantes da categoria terminarem sem acordo.

    A decisão mantém o processo em análise na Justiça do Trabalho enquanto seguem as discussões sobre as reivindicações dos empregados e as condições de funcionamento da estatal.

    Greve começou em setembro

    Tribunal Superior do Trabalho suspende julgamento sobre dissídio dos  Correios até quarta

    Os trabalhadores dos Correios iniciaram a paralisação após o encerramento das negociações do acordo coletivo de trabalho 2025/2026.

    Entre os pontos de divergência está o plano de saúde dos trabalhadores, aposentados e seus familiares, além de questões relacionadas à reestruturação da empresa.

    Os sindicatos também contestam propostas que envolvem fechamento de agências e redução de distritos postais.

    TST já determinou efetivo mínimo

    Antes da suspensão do julgamento, o TST havia determinado que 80% do efetivo dos Correios deveria permanecer trabalhando durante a greve.

    A decisão considerou o caráter essencial dos serviços prestados pela estatal e os possíveis impactos da paralisação sobre a população.

    O tribunal também considerou que a greve ocorre durante o período de campanha das Eleições 2026, aumentando a necessidade de manutenção dos serviços postais.

    Correios adotam medidas para manter entregas

    A empresa informou que colocou em funcionamento um plano de continuidade de negócios para reduzir os impactos da paralisação.

    Entre as medidas estão o deslocamento de empregados administrativos para atividades operacionais, remanejamento de veículos e realização de mutirões para manter o fluxo logístico.

    Entregas podem sofrer impactos

    Mesmo com a manutenção de parte do efetivo, a paralisação pode provocar alterações nos prazos de entrega de encomendas e correspondências.

    A extensão dos impactos depende da adesão à greve em cada região e da capacidade operacional mantida pelas unidades dos Correios.

    Negociações continuam no centro do conflito

    A greve ocorre em meio a um cenário de dificuldades financeiras enfrentado pela estatal e a discussões sobre mudanças em sua estrutura.

    Os trabalhadores afirmam que não devem ser responsabilizados pela situação financeira da empresa e defendem avanços nas negociações trabalhistas.

    Com o julgamento suspenso, o futuro da paralisação dependerá dos próximos passos do TST e das negociações entre os Correios e os representantes dos trabalhadores.

  • Educação e qualificação entram no centro do debate sobre futuro econômico de MS

    Educação e qualificação entram no centro do debate sobre futuro econômico de MS

    Em encontro em Campo Grande, professores destacaram educação e valorização profissional; Carlos Bernardo defendeu preparação dos jovens para que expansão econômica ligada à Rota Bioceânica gere empregos qualificados para trabalhadores do Estado

    Campo Grande (MS) – A preparação dos jovens para as novas oportunidades de trabalho e o papel da educação na melhoria da renda das famílias estiveram no centro de uma reunião política realizada neste domingo, em Campo Grande, com a participação do candidato a deputado federal Carlos Bernardo (4455), representantes do candidato a deputado estadual Jamílson Name (11444) e apoiadores.

    A professora da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande, Luciana apontou a valorização profissional como um dos motivos da sua escolha pelo 4455.

    “Agora não tenho mais dúvidas, estou com o Carlos Bernardo pela questão da valorização salarial que ele busca e propõe”, afirmou.

    A professora Nádia também relacionou sua decisão à educação e à trajetória pessoal do candidato.

    “Ele transmitiu a mim a impressão de uma pessoa preocupada com a educação, em fazer educação. A sua história de vida confirma isso: ele veio de um cenário que não era favorável e se tornou essa pessoa que é hoje através do trabalho”, declarou.

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    Educação e desenvolvimento econômico

    O tema ganhou dimensão econômica no discurso do candidato a deputado federal pelo União Brasil, Carlos Bernardo, que defendeu que Mato Grosso do Sul antecipe a formação de mão de obra para aproveitar as transformações esperadas com a consolidação da Rota Bioceânica.

    “Precisamos preparar os nossos filhos para enfrentar o desenvolvimento deste Estado que está vindo aí. A Rota Bioceânica vai mudar o panorama de Mato Grosso do Sul, vai trazer indústria e fábricas, e os nossos filhos têm que estar preparados para pegar os melhores empregos”, afirmou.

    Carlos Bernardo resumiu a preocupação em uma frase:

    “Se Mato Grosso do Sul não se preparar, vai ficar só como rota de passagem.”

    Da infância pobre à defesa da educação

    Ao falar sobre qualificação, Carlos recorreu à própria história. Contou ter crescido em uma família pobre no interior do Paraná, trabalhando desde criança e retomando os estudos posteriormente pela Educação de Jovens e Adultos (EJA). Hoje, é formado em Direito e Administração.

    “Eu peço aos jovens, aos pais, aos avós e aos tios que incentivem seus filhos a estudar. É a única herança que você pode dar. O jovem formado é dono do seu destino”, disse.

    A educação também apareceu no discurso do professor e advogado Joaquim, anfitrião do encontro. Ele relatou a própria trajetória acadêmica e afirmou que o acesso ao ensino modificou suas perspectivas profissionais.

    “Eu acredito na educação. Saí de uma cidade do interior, estudei em escola pública, consegui fazer faculdade e hoje sou formado em Direito. A educação mudou a minha vida”, afirmou.

    A discussão sobre educação levou Carlos Bernardo a outro tema: renda. O candidato afirmou que qualificação e desenvolvimento econômico precisam se refletir em salários capazes de garantir melhores condições de vida para as pessoas.

    Participação depois do voto

    Ele também foi categórico ao dizer que representantes eleitos precisam cobrar soluções independentemente de alinhamento político.

    Ele também defendeu que eleitores acompanhem os mandatos e exijam respostas de deputados e senadores depois da eleição.

    A cobrança sobre a atuação dos eleitos também apareceu na fala de Júlio do Campo Nobre, que representou no encontro o deputado estadual e candidato à reeleição Jamilson Name (PP).

    “A política não é só você ir votar. Você tem que participar. Depois, busque o nosso gabinete e veja realmente se tudo isso que está sendo falado aqui acontece na prática”, afirmou Júlio.

    A reunião contou ainda com Fernando Ortega, representando a candidatura de Vander Loubet ao Senado.

    Ortega também defendeu que o eleitor considere o histórico dos candidatos e mantenha uma relação de cobrança com seus representantes.

    Escolha e responsabilidade

    Ao encerrar a reunião, Carlos frisou que agora é a hora de mudar as coisas, que é através do voto que faremos as grandes mudanças necessárias no país.

    “Nós temos que buscar informações dos candidatos, conhecer sua história e escolher com responsabilidade”, afirmou.

  • Primeira infância ganha destaque em encontro de Carlos Bernardo e Jerson Domingos neste domingo

    Primeira infância ganha destaque em encontro de Carlos Bernardo e Jerson Domingos neste domingo

    Em reunião conjunta, Jerson destacou a proteção às crianças e o papel da família, enquanto Carlos Bernardo defendeu investimentos em saúde e educação; propostas do candidato a federal incluem política permanente para os primeiros mil dias de vida

    Campo Grande (MS) – A proteção das crianças e a construção de políticas públicas capazes de acompanhar as pessoas desde os primeiros anos de vida estiveram entre os temas que marcaram a reunião realizada na manhã deste domingo (20), com a participação de Carlos Bernardo (4455) e Jerson Domingos (44122).

    Ao falar aos presentes, Jerson partiu da própria família para defender um olhar mais amplo para a infância. Ao apresentar as netas, afirmou que o mesmo sentimento de cuidado dedicado a elas deve alcançar as crianças de todo Mato Grosso do Sul.

    “Esse coração cabe cada criança de Mato Grosso do Sul. Quero que a gente possa proteger”, afirmou, ao relacionar a experiência familiar à responsabilidade de quem ocupa uma função pública.

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    Proposta para os primeiros mil dias de vida

    A fala se encaixa perfeitamente nas propostas apresentadas por Carlos Bernardo para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados: a criação de uma política permanente dos primeiros mil dias de vida, período que compreende a gestação e os dois primeiros anos da criança.

    A proposta prevê acompanhamento contínuo envolvendo pré-natal, nutrição, vacinação, saúde bucal, puerpério e orientação às famílias, articulando saúde, assistência social e educação.

    Bernardo também defende ações específicas de combate à insegurança alimentar infantil, com identificação de crianças em situação de risco nas unidades de saúde e na assistência social, além de acompanhamento da recuperação nutricional.

    Saúde também esteve entre os principais temas

    Durante o encontro deste domingo, Carlos reforçou a necessidade de ampliar a estrutura de saúde no Estado.

    Citou as dificuldades enfrentadas por pacientes do interior que precisam percorrer grandes distâncias em busca de atendimento especializado e voltou a defender o projeto do Hospital Binacional de Fronteira, em Ponta Porã, como alternativa para ampliar a capacidade de atendimento na região e reduzir a pressão sobre outros centros de referência.

    “O seu direito é a saúde. O Estado tem que se preocupar com a saúde e o governo federal tem que saber que a saúde é direito de todos”, afirmou.

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    Hospital Binacional de Fronteira

    A proposta apresentada por Bernardo prevê a implantação do hospital a partir da cooperação entre Brasil e Paraguai e articulação com a Itaipu Binacional.

    O projeto integra a plataforma eleitoral divulgada pelo candidato.

    Além dos primeiros mil dias de vida, o conjunto de propostas estabelece a integração entre saúde, educação e assistência social para atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade e medidas específicas de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência.

    Proteção às famílias e às crianças

    Embora tenham partido de experiências e abordagens diferentes durante o encontro, as falas de Jerson e Carlos se encontraram em um mesmo ponto: a defesa de políticas públicas que acompanhem as pessoas desde a infância e ampliem a presença dos serviços públicos junto às famílias.

  • Em encontro em Ponta Porã, Carlos Bernardo reúne apoiadores e apresenta propostas para a fronteira

    Em encontro em Ponta Porã, Carlos Bernardo reúne apoiadores e apresenta propostas para a fronteira

    Carlos Bernardo e Hélio Peluffo defenderam investimentos em saúde, infraestrutura, educação, qualificação profissional e desenvolvimento econômico

    Ponta Porã (MS) – Centenas de pessoas participaram de um encontro político organizado por Carlos Bernardo, candidato à Câmara dos Deputados, e Hélio Peluffo, candidato à Assembleia Legislativa.

    O evento reuniu lideranças, apoiadores e moradores de Ponta Porã para discutir propostas direcionadas à região de fronteira.

    Durante o encontro, os candidatos defenderam uma atuação conjunta entre representantes estaduais e federais para buscar recursos e viabilizar projetos nas áreas de saúde, infraestrutura, educação, qualificação profissional e desenvolvimento econômico. 

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    Hospital Binacional é apresentado como uma das principais propostas

    Carlos Bernardo apresentou como uma de suas principais propostas a implantação do Hospital Binacional de Fronteira.

    Segundo o candidato, o objetivo é ampliar a oferta de atendimentos de média e alta complexidade na região e reduzir a necessidade de transferência de pacientes para municípios como Dourados, Campo Grande e Três Lagoas.

    O projeto de um hospital binacional na região de fronteira já havia sido apresentado publicamente anteriormente e recebeu, em agosto, declaração de interesse público e municipal pela Junta Municipal de Pedro Juan Caballero.

    Bernardo afirmou ainda que a proposta já foi apresentada a autoridades brasileiras e paraguaias e defendeu a participação da Itaipu Binacional em sua viabilização. 

    Apoiadora destaca proposta para a saúde

    Durante o encontro, Adrielle, apoiadora dos dois candidatos, afirmou considerar o projeto uma prioridade para Ponta Porã.

    Ela relacionou a proposta à atuação conjunta de Carlos Bernardo e Hélio Peluffo.

    “Eu voto no Carlos Bernardo porque acredito que ele, junto com o Hélio, pode trazer melhorias para Ponta Porã. Ainda mais pelo Hospital Binacional, que é o que o povo precisa aqui”, afirmou Adrielle.

    Educação, qualificação e geração de empregos

    Além da saúde, Carlos Bernardo relacionou suas propostas à preparação de Mato Grosso do Sul para as transformações econômicas associadas à Rota Bioceânica.

    O candidato defendeu investimentos em educação, formação técnica e ensino superior, além da criação de condições para a atração de empresas e geração de novos empregos.

    “Nós precisamos preparar o nosso Estado para o futuro. Precisamos de educação para os nossos jovens, qualificação profissional, estrutura para receber empresas e condições para gerar emprego para a nossa gente”, afirmou Carlos Bernardo.

    A Rota Bioceânica é um corredor de integração que envolve Brasil, Paraguai, Argentina e Chile e pretende ampliar a conexão logística entre os oceanos Atlântico e Pacífico.

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    Trajetória empresarial é citada por apoiadores

    O perfil empresarial de Carlos Bernardo também foi mencionado por participantes do encontro.

    Fernando afirmou que sua decisão de apoiar o candidato está relacionada à sua trajetória como empreendedor e à atuação na geração de empregos.

    “Eu voto no Carlos Bernardo porque ele é um empreendedor, um cara que gera empregos e em quem dá para confiar no trabalho. Acredito que ele é o nome para representar o nosso Estado em Brasília”, declarou Fernando.

    Hélio Peluffo defende maior representação política de Ponta Porã

    Durante sua participação no encontro, Hélio Peluffo concentrou sua fala na necessidade de ampliar a representação política de Ponta Porã na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

    Peluffo também destacou a importância da articulação entre deputados estaduais e federais para viabilizar investimentos destinados aos municípios.

    “Nossas lutas são muitas, nossas necessidades são grandes e nós precisamos ter voz na Assembleia. Precisamos ter gente que nos defenda, que lute e brigue pelos propósitos que Ponta Porã necessita”, declarou Hélio Peluffo.

    Ex-prefeito destaca experiência na administração municipal

    Ex-prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo utilizou sua experiência na administração municipal para defender que grandes investimentos dependem da articulação entre prefeituras, Governo do Estado, bancada federal e Congresso Nacional.

    Na área da saúde, Peluffo defendeu tanto a execução do projeto do Hospital Binacional apresentado por Carlos Bernardo quanto o fortalecimento e a ampliação da estrutura do Hospital Regional de Ponta Porã.

    “Além do hospital que o Carlos Bernardo vem defendendo para a faixa de fronteira, nós também precisamos dobrar o nosso Hospital Regional”, afirmou Peluffo.

    Rota Bioceânica entra no centro do debate

    A Rota Bioceânica também ocupou espaço nas falas durante o encontro.

    Carlos Bernardo afirmou que Ponta Porã e Mato Grosso do Sul precisam se preparar antecipadamente para receber novos investimentos, empresas e trabalhadores relacionados ao avanço do corredor internacional.

    Entre as medidas defendidas pelo candidato estão qualificação profissional, ampliação da infraestrutura e criação de ambientes favoráveis à instalação de novos empreendimentos.

    Fronteira como polo de desenvolvimento

    Para Carlos Bernardo, a posição geográfica de Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai e próxima aos corredores de integração da América do Sul, pode ser utilizada para estimular atividades relacionadas à indústria, comércio, logística e prestação de serviços.

    A proposta apresentada durante o encontro é associar os investimentos em infraestrutura à preparação da mão de obra local, de forma que a população da região possa participar das oportunidades econômicas geradas pelos novos projetos.

    Ao longo do encontro, saúde, representação política, educação, qualificação profissional, infraestrutura e desenvolvimento econômico estiveram entre os principais temas apresentados pelos candidatos aos apoiadores e moradores de Ponta Porã. 

  • Nova Data Fifa terá 16 dias e muda rotina de clubes e seleções pelo mundo

    Nova Data Fifa terá 16 dias e muda rotina de clubes e seleções pelo mundo

    Janela internacional será quase duas vezes maior que o formato tradicional; Brasil fará três amistosos e futebol europeu inicia nova Liga das Nações

    O futebol internacional entrou em uma pausa diferente neste mês de setembro. A chamada “Super Data Fifa” terá 16 dias de duração, quase o dobro das tradicionais janelas de nove dias destinadas aos compromissos das seleções.

    O período começou oficialmente na segunda-feira (21) e seguirá até 6 de outubro. A mudança ocorreu com a união das janelas internacionais que tradicionalmente eram realizadas separadamente em setembro e outubro.

    Brasil terá três partidas

    A Seleção Brasileira realizará três amistosos durante o período.

    O primeiro será contra a Austrália, em Townsville, no dia 25 de setembro. Quatro dias depois, brasileiros e australianos voltam a se enfrentar, desta vez em Brisbane.

    O terceiro compromisso será contra a Índia, em Calcutá, no dia 3 de outubro.

    A convocação brasileira também afeta diretamente os clubes do país. Entre os 26 jogadores chamados por Carlo Ancelotti, 11 atuam no futebol brasileiro.

    O Corinthians possui três convocados, enquanto o Flamengo cedeu dois atletas. Coritiba, Cruzeiro, Athletico-PR, Botafogo, Santos e Fluminense também possuem representantes.

    Clubes brasileiros também perdem estrangeiros

    O impacto não fica restrito aos jogadores da Seleção Brasileira.

    De acordo com o levantamento do ge, outras seleções sul-americanas convocaram 29 jogadores que atuam em clubes do Brasil. Apenas o Chile não levou atletas que jogam no futebol brasileiro nesta janela.

    Na Europa, a Data Fifa também marcará o início da Liga das Nações da Uefa 2026/27, ampliando a quantidade de partidas internacionais realizadas durante o período.

  • Lula diz que Uruguai cedeu ao Brasil parte da cota de carne bovina para a China

    Lula diz que Uruguai cedeu ao Brasil parte da cota de carne bovina para a China

    Presidente afirmou que acordo permite ampliar o espaço para exportadores brasileiros no mercado chinês; setor avalia medida de forma positiva

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Uruguai cedeu ao Brasil parte de sua cota de exportação de carne bovina destinada à China. A declaração foi feita durante compromissos do presidente em Nova York e ocorre em meio às negociações comerciais entre os países.

    A medida pode ampliar o espaço disponível para empresas brasileiras no mercado chinês, que é um dos principais destinos da carne bovina produzida no Brasil. O governo brasileiro e representantes do setor acompanham os possíveis efeitos da iniciativa.

    China é principal mercado do agronegócio brasileiro

    Agro brasileiro avança na China com novos acordos e escritório em Pequim |  CNN Brasil

    A China ocupa uma posição central nas exportações brasileiras do agronegócio. Segundo o Ministério da Agricultura, o país asiático respondeu por 36,1% das exportações brasileiras do setor em 2023, maior participação registrada até então na série histórica do órgão.

    A carne bovina está entre os produtos brasileiros com forte presença no mercado chinês, fazendo com que mudanças nas condições de acesso tenham impacto direto sobre frigoríficos e produtores.

    Cota define volume com condições específicas

    A China estabeleceu uma cota para as importações de carne bovina de cada país. Para o Brasil, a cota é de 1,106 milhão de toneladas, com tarifa de 12% dentro desse limite. O Ministério da Agricultura informou em julho que aproximadamente 80% da cota brasileira havia sido utilizada.

    Volumes que ultrapassem os limites estabelecidos estão sujeitos a condições tarifárias diferentes, conforme as regras chinesas.

    Uruguai pode ampliar espaço para o Brasil

    Segundo Lula, a transferência de parte da cota uruguaia permitiria que exportadores brasileiros tenham acesso a um volume adicional no mercado chinês.

    A medida ainda depende dos procedimentos necessários para sua implementação e das regras estabelecidas pelas autoridades chinesas.

    A possibilidade de utilizar parte de uma cota originalmente destinada ao Uruguai pode aumentar as oportunidades de exportação para empresas brasileiras.

    Setor avalia medida positivamente

    A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) avaliou positivamente iniciativas que ampliem o acesso da carne bovina brasileira ao mercado chinês.

    Para o setor, a ampliação do espaço de exportação pode beneficiar a cadeia produtiva, envolvendo frigoríficos, produtores rurais e empresas ligadas à logística.

    Exportações brasileiras seguem em alta

    A produção brasileira de carne bovina continua relevante no comércio internacional. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as exportações brasileiras de carne bovina devem alcançar 4,73 milhões de toneladas em 2026, alta estimada de 4,46% em relação ao ano anterior.

    O desempenho ocorre mesmo diante de mudanças nas condições de acesso a alguns mercados internacionais.

    Relação comercial com a China ganha importância

    A ampliação das oportunidades para a carne bovina ocorre dentro de uma relação comercial mais ampla entre Brasil e China.

    Os dois países também vêm aprofundando cooperações em áreas como agricultura, comércio e mercados de carbono. Em setembro, Brasil, China e União Europeia participaram de uma iniciativa para aproximar mercados regulados de carbono.

    Impacto será acompanhado pelo agronegócio

    A eventual utilização de parte da cota uruguaia pelos exportadores brasileiros deverá ser acompanhada pelo setor nos próximos meses.

    O volume efetivamente disponibilizado e as condições para sua utilização dependerão da regulamentação e dos procedimentos comerciais entre os países.

    A declaração de Lula coloca a ampliação do acesso à China como mais um elemento relevante para as exportações brasileiras de carne bovina e para o desempenho do agronegócio nacional.

  • TST suspende julgamento sobre greve dos Correios

    TST suspende julgamento sobre greve dos Correios

    Tribunal Superior do Trabalho interrompe análise do dissídio coletivo; paralisação começou em setembro e envolve reivindicações trabalhistas da categoria

    O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu nesta segunda-feira (21) o julgamento do dissídio coletivo relacionado à greve dos trabalhadores dos Correios. A paralisação começou em 10 de setembro, após as negociações entre a empresa e os representantes da categoria terminarem sem acordo.

    A decisão mantém o processo em análise na Justiça do Trabalho enquanto seguem as discussões sobre as reivindicações dos empregados e as condições de funcionamento da estatal.

    Greve começou em setembro

    Tribunal Superior do Trabalho suspende julgamento sobre dissídio dos  Correios até quarta

    Os trabalhadores dos Correios iniciaram a paralisação após o encerramento das negociações do acordo coletivo de trabalho 2025/2026.

    Entre os pontos de divergência está o plano de saúde dos trabalhadores, aposentados e seus familiares, além de questões relacionadas à reestruturação da empresa.

    Os sindicatos também contestam propostas que envolvem fechamento de agências e redução de distritos postais.

    TST já determinou efetivo mínimo

    Antes da suspensão do julgamento, o TST havia determinado que 80% do efetivo dos Correios deveria permanecer trabalhando durante a greve.

    A decisão considerou o caráter essencial dos serviços prestados pela estatal e os possíveis impactos da paralisação sobre a população.

    O tribunal também considerou que a greve ocorre durante o período de campanha das Eleições 2026, aumentando a necessidade de manutenção dos serviços postais.

    Correios adotam medidas para manter entregas

    A empresa informou que colocou em funcionamento um plano de continuidade de negócios para reduzir os impactos da paralisação.

    Entre as medidas estão o deslocamento de empregados administrativos para atividades operacionais, remanejamento de veículos e realização de mutirões para manter o fluxo logístico.

    Entregas podem sofrer impactos

    Mesmo com a manutenção de parte do efetivo, a paralisação pode provocar alterações nos prazos de entrega de encomendas e correspondências.

    A extensão dos impactos depende da adesão à greve em cada região e da capacidade operacional mantida pelas unidades dos Correios.

    Negociações continuam no centro do conflito

    A greve ocorre em meio a um cenário de dificuldades financeiras enfrentado pela estatal e a discussões sobre mudanças em sua estrutura.

    Os trabalhadores afirmam que não devem ser responsabilizados pela situação financeira da empresa e defendem avanços nas negociações trabalhistas.

    Com o julgamento suspenso, o futuro da paralisação dependerá dos próximos passos do TST e das negociações entre os Correios e os representantes dos trabalhadores.

  • Lei Seca: drogômetro terá de diferenciar uso de medicamento de consumo indevido

    Lei Seca: drogômetro terá de diferenciar uso de medicamento de consumo indevido

    Nova regulamentação do Contran prevê fiscalização de substâncias psicoativas; secretário afirma que tratamento médico, por si só, não caracteriza infração

    As novas regras da Lei Seca passaram a regulamentar também procedimentos para a identificação de outras substâncias psicoativas durante fiscalizações de trânsito. A medida, estabelecida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em agosto, prevê a possibilidade de utilização de equipamentos conhecidos como “drogômetros”.

    Em entrevista ao g1, o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo de Lima Catão, afirmou que os equipamentos precisarão ser calibrados para diferenciar situações de tratamento médico do uso que possa comprometer a capacidade de dirigir.

    Medicamentos não geram infração automaticamente

    Lei Seca: o que é o drogômetro e qual a diferença para o bafômetro | Brasil  | O Liberal

    Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito, o simples uso de um medicamento prescrito não constitui, por si só, uma infração de trânsito.

    A regulamentação busca identificar situações em que o condutor esteja sob influência de substâncias capazes de comprometer sua capacidade psicomotora.

    O secretário citou medicamentos que possuem substâncias também encontradas em equipamentos de detecção como exemplo da necessidade de estabelecer parâmetros técnicos adequados.

    Equipamento não deve considerar apenas vestígios

    Um dos pontos ainda em desenvolvimento é estabelecer os parâmetros técnicos para diferenciar a presença residual de uma substância de uma quantidade que indique consumo relevante.

    A regulamentação estabelece que os equipamentos utilizados na fiscalização deverão ser certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, por organismo acreditado pelo Inmetro.

    Drogômetro ainda não substitui o bafômetro

    A nova regulamentação não elimina o uso do etilômetro, conhecido como bafômetro.

    O equipamento continua sendo utilizado para fiscalização de álcool, enquanto os novos dispositivos poderão ser empregados para identificar outras substâncias psicoativas.

    A própria Polícia Rodoviária Federal informou que ainda não possui drogômetros em operação contínua e que a resolução cria as condições para futuras aquisições e utilização da tecnologia.

    Resultado do equipamento não é suficiente isoladamente

    De acordo com as regras divulgadas pelo governo federal, a simples identificação de uma substância não cria automaticamente uma nova infração.

    A fiscalização também prevê a verificação de sinais de alteração da capacidade psicomotora do condutor, que devem ser registrados pelo agente responsável.

    Regras buscam ampliar segurança no trânsito

    A atualização faz parte de uma revisão dos procedimentos utilizados na fiscalização da Lei Seca.

    A resolução também estabelece procedimentos para triagem, reteste do bafômetro e fiscalização de outras substâncias, além de determinar exames em determinadas situações de acidentes com vítimas fatais.

    Tecnologia ainda passa por implementação

    Apesar da regulamentação, a utilização dos novos equipamentos depende da disponibilidade de dispositivos certificados e da estruturação dos órgãos de trânsito.

    A PRF informou que a resolução permite avançar no planejamento para aquisição, capacitação e futura utilização dos equipamentos.

    A nova regulamentação amplia as ferramentas disponíveis para a fiscalização, mas mantém a distinção entre o uso regular de medicamentos e situações em que substâncias possam comprometer a capacidade de condução.

  • Lula defende regras globais para inteligência artificial em discurso na ONU

    Lula defende regras globais para inteligência artificial em discurso na ONU

    Presidente brasileiro afirma que avanço da tecnologia exige coordenação internacional, supervisão humana e medidas para reduzir riscos e desigualdades

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta terça-feira (22), durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, a criação de regras internacionais para orientar o desenvolvimento e o uso da inteligência artificial (IA).

    A tecnologia ganhou espaço entre os principais temas da reunião da ONU, que ocorre em Nova York em meio a discussões sobre segurança internacional, conflitos e transformação tecnológica.

    Brasil pede coordenação internacional

    A posição apresentada por Lula ocorre em um momento de crescimento acelerado das ferramentas de inteligência artificial e de preocupação entre governos sobre os possíveis impactos da tecnologia.

    O debate internacional envolve questões como segurança, proteção de direitos, supervisão humana e redução das desigualdades no acesso aos benefícios da IA.

    Países discutem padrões comuns

    Na ONU, Lula defende o PIX, regras globais para inteligência artificial e  regulação de big techs | G1

    A discussão sobre regras internacionais não está restrita ao Brasil. Nesta semana, 20 países e a União Europeia defenderam maior cooperação para garantir que a inteligência artificial permaneça sob direção e controle humanos.

    A declaração conjunta também propõe a criação de padrões comuns, compartilhamento de informações sobre incidentes graves e estudos para estabelecer uma instituição internacional capaz de definir parâmetros e verificar seu cumprimento.

    IA entra na agenda da ONU

    A inteligência artificial passou a ocupar espaço importante na programação da Assembleia Geral deste ano.

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, também defendeu maior atenção à segurança da tecnologia, enquanto países discutem formas de evitar uma corrida internacional sem mecanismos coordenados de proteção.

    Estados Unidos e China ficam fora de declaração

    Apesar da participação de diversas economias importantes no debate, Estados Unidos e China não aderiram à declaração conjunta dos 20 países e da União Europeia.

    Os dois países estão entre os principais polos mundiais de desenvolvimento de inteligência artificial, o que torna sua participação relevante nas discussões sobre possíveis padrões internacionais.

    Debate envolve acesso à tecnologia

    Além dos riscos, as discussões também tratam da distribuição dos benefícios proporcionados pela IA.

    Países defendem que o avanço tecnológico não amplie a distância entre economias com maior capacidade de investimento e aquelas que ainda enfrentam dificuldades para desenvolver infraestrutura e qualificação na área.

    A busca por maior cooperação inclui, portanto, questões relacionadas a desenvolvimento tecnológico, capacitação e acesso às novas ferramentas.

    Regulamentação ganha dimensão internacional

    A discussão apresentada na ONU amplia um debate que já ocorre individualmente em diversos países.

    Com diferentes governos criando suas próprias normas para inteligência artificial, cresce a discussão sobre a necessidade de mecanismos internacionais capazes de estabelecer referências comuns.

    O debate na ONU mostra que a regulamentação da inteligência artificial deixou de ser apenas uma questão nacional e passou a ocupar espaço central nas discussões sobre o futuro da cooperação internacional.