Autor: marketingucppjc

  • Música pesada ganha espaço em Assunção com programação internacional nesta sexta-feira

    Música pesada ganha espaço em Assunção com programação internacional nesta sexta-feira

    Apresentações de Hellbutcher, Masacre, Nervochaos e Wisdom integram a agenda cultural paraguaia de 16 de outubro.

    A cena musical alternativa do Paraguai recebe nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, uma programação voltada aos fãs de estilos mais intensos do rock e do metal.

    A agenda cultural divulgada pelo ABC Color destaca apresentações de Hellbutcher, Masacre, Nervochaos e Wisdom, reunindo nomes ligados à música pesada em uma programação de interesse para o público do gênero.

    O evento reforça a diversidade da produção cultural em Assunção e demonstra que a capital paraguaia mantém espaço para manifestações musicais que vão além dos ritmos tradicionais.

    Diversidade na cena musical

    O metal possui diferentes vertentes, caracterizadas por sonoridades intensas, guitarras distorcidas, técnicas instrumentais elaboradas e apresentações marcadas pela energia dos artistas.

    Ao longo das últimas décadas, o gênero desenvolveu uma comunidade internacional de fãs e músicos, com festivais e apresentações em diferentes países.

    No Paraguai, a presença de artistas internacionais contribui para aproximar o público local de movimentos culturais que circulam pelo mundo.

    Essas apresentações também oferecem oportunidades para fortalecer a cena independente e estimular o interesse por novas produções musicais.

    Importância dos eventos alternativos

    A diversidade cultural de uma cidade depende da existência de espaços para diferentes públicos.

    Concertos de rock e metal podem reunir pessoas de várias faixas etárias, incentivar o intercâmbio entre comunidades musicais e fortalecer a circulação de artistas.

    Além disso, a realização de apresentações ao vivo movimenta profissionais de produção, iluminação, sonorização, comunicação e organização de eventos.

    Cultura além dos grandes festivais

    Embora eventos de grande porte costumem receber maior visibilidade, apresentações direcionadas a públicos específicos também desempenham papel importante na economia criativa.

    A programação desta sexta-feira evidencia a presença de diferentes estilos musicais na agenda cultural paraguaia.

    Para os fãs do gênero, a oportunidade representa mais um momento de encontro e valorização da música ao vivo.

  • Festival Mundial da Harpa valoriza tradição musical e fortalece a identidade cultural do Paraguai

    Festival Mundial da Harpa valoriza tradição musical e fortalece a identidade cultural do Paraguai

    Programação cultural em Assunção reúne artistas e evidencia a importância da harpa na preservação das tradições paraguaias.

    A música tradicional paraguaia voltou a ganhar destaque na agenda cultural de outubro de 2026 com a realização de atividades ligadas ao Festival Mundial da Harpa, evento que reúne músicos e valoriza um dos instrumentos mais representativos da identidade nacional.

    A programação divulgada pelo jornal ABC Color inclui apresentações de artistas paraguaios e convidados, reforçando a diversidade musical presente no país.

    Entre os nomes anunciados para a programação do festival estão Francisco Giménez, Wuilmer López, Malen López & Los Rodríguez, Licía Shiomitsu & Naotoshi Takayama, Rolando Cristaldo e Los Ídolos de Piribebuy.

    A harpa como símbolo nacional

    A harpa paraguaia ocupa posição de destaque na história musical do país.

    Sua sonoridade está associada a diferentes manifestações culturais e acompanha gerações de artistas responsáveis pela preservação de ritmos tradicionais.

    O instrumento também possui reconhecimento internacional, sendo utilizado em apresentações que levam a música paraguaia para diferentes regiões do mundo.

    A realização de festivais especializados contribui para manter viva essa tradição e incentivar o surgimento de novos intérpretes.

    Cultura e formação de novos públicos

    Eventos musicais representam oportunidades de aproximar diferentes gerações da produção artística.

    Além de oferecer entretenimento, os festivais estimulam o conhecimento sobre a história cultural do Paraguai e valorizam profissionais que dedicam suas carreiras à música.

    A participação de artistas com diferentes trajetórias também favorece o intercâmbio de experiências e a divulgação de novos repertórios.

    Importância para o turismo cultural

    A programação cultural contribui para movimentar espaços de apresentação, estabelecimentos comerciais e serviços ligados ao turismo.

    Assunção, que concentra importantes teatros e centros culturais, desempenha papel estratégico na realização de eventos desse tipo.

    A valorização da harpa também fortalece a imagem do Paraguai como destino de interesse histórico e artístico.

    Mais do que apresentações musicais, iniciativas como o Festival Mundial da Harpa representam instrumentos de preservação da memória coletiva e de divulgação da riqueza cultural do país.

  • Brasileira Luisa Stefani avança à semifinal em Wuhan e mantém expectativa de conquista histórica no tênis

    Brasileira Luisa Stefani avança à semifinal em Wuhan e mantém expectativa de conquista histórica no tênis

    Tenista brasileira e a canadense Gabriela Dabrowski ampliam sequência de vitórias em torneio internacional de alto nível.

    O tênis brasileiro ganhou um novo motivo para comemorar nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026. Luisa Stefani, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, garantiu classificação para a semifinal do torneio de Wuhan, na China, após mais uma vitória na chave de duplas.

    A campanha reforça o bom momento da parceria e mantém a brasileira em posição de destaque no circuito profissional feminino.

    Segundo a cobertura esportiva publicada nesta manhã, Stefani e Dabrowski alcançaram a sétima vitória consecutiva, demonstrando regularidade e entrosamento em uma fase importante da temporada.

    Entrosamento faz diferença nas duplas

    Diferentemente das partidas individuais, os confrontos de duplas exigem coordenação constante entre as atletas.

    Posicionamento, comunicação, movimentação na rede e estratégias de saque são elementos decisivos para o desempenho da equipe.

    A parceria entre Stefani e Dabrowski tem demonstrado capacidade de adaptação diante de adversárias de diferentes estilos.

    O resultado em Wuhan representa mais um passo importante na campanha das duas atletas.

    Brasil busca destaque internacional

    O desempenho de Luisa Stefani também desperta atenção pela possibilidade de recolocar o tênis brasileiro feminino em posições de destaque no ranking mundial de duplas.

    A atleta integra uma geração que contribuiu para ampliar a visibilidade do Brasil em competições internacionais.

    Sua trajetória também demonstra a importância da preparação física, da continuidade do trabalho técnico e da experiência adquirida em torneios de alto nível.

    Com a classificação assegurada, a brasileira terá pela frente um novo desafio na disputa por uma vaga na decisão.

    A sequência positiva aumenta a confiança da parceria, mas a fase decisiva exige concentração e capacidade de resposta em momentos de pressão.

    O desempenho em Wuhan também pode influenciar a classificação das atletas e suas perspectivas para os próximos compromissos do calendário internacional.

    Para o esporte brasileiro, a campanha representa mais uma oportunidade de acompanhar uma atleta nacional competindo entre as principais duplistas do mundo.

  • Internacional enfrenta o Mirassol pressionado pela zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro

    Internacional enfrenta o Mirassol pressionado pela zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro

    Equipe gaúcha busca reação no Brasileirão, mas terá de superar a ausência de Alan Patrick em confronto importante para a classificação.

    O Internacional entra em campo nesta sexta-feira, 16 de outubro, diante do Mirassol, em uma partida que pode ter consequências importantes para a sequência do Campeonato Brasileiro de 2026.

    O clube gaúcho enfrenta dificuldades na competição e procura uma vitória para melhorar sua situação na tabela, especialmente diante da pressão provocada pela proximidade da zona de rebaixamento.

    A partida ganha ainda mais relevância porque o Internacional terá de lidar com a ausência de Alan Patrick, um dos principais responsáveis pela organização ofensiva da equipe.

    Ausência exige mudanças táticas

    Alan Patrick desempenha papel importante na construção das jogadas, na circulação da bola e na criação de oportunidades de gol.

    Sem o meio-campista, a comissão técnica precisará buscar alternativas para manter a capacidade ofensiva e evitar que o time fique excessivamente dependente de jogadas individuais.

    A reorganização pode envolver mudanças no posicionamento dos jogadores, maior participação dos atletas de meio-campo e utilização de transições rápidas.

    O desempenho coletivo será fundamental diante de um adversário que também busca alcançar seus objetivos na competição.

    Mirassol tenta aproveitar o momento

    O Mirassol encara o confronto como uma oportunidade de conquistar pontos importantes e fortalecer sua campanha.

    A equipe paulista vem consolidando sua presença no cenário nacional e busca demonstrar competitividade diante de clubes tradicionais do futebol brasileiro.

    Para o Internacional, o histórico recente do confronto representa outro desafio: segundo a cobertura esportiva desta sexta-feira, o clube ainda busca sua primeira vitória diante do adversário.

    Reta final aumenta a pressão

    Com a aproximação das últimas rodadas, cada resultado passa a ter peso maior na classificação.

    Equipes envolvidas na disputa contra o rebaixamento precisam administrar a pressão psicológica, os desfalques e o desgaste acumulado ao longo da temporada.

    Uma vitória pode representar não apenas três pontos, mas também um impulso de confiança para os compromissos seguintes.

    O resultado da partida poderá influenciar diretamente o planejamento das próximas rodadas e a disputa pela permanência na primeira divisão.

  • Corinthians negocia acordo com a Caixa e discute futuro do nome da Neo Química Arena

    Corinthians negocia acordo com a Caixa e discute futuro do nome da Neo Química Arena

    Clube paulista busca avançar em negociações financeiras enquanto debate alternativas para fortalecer a administração de seu estádio.

    O Corinthians chega a esta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, com uma importante negociação em andamento fora dos gramados. 

    O clube trabalha para concluir um acordo com a Caixa Econômica Federal e discute possibilidades relacionadas ao futuro do nome comercial de sua arena, localizada em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

    A movimentação ocorre em um momento em que a administração financeira dos grandes clubes brasileiros recebe atenção crescente de torcedores, dirigentes e investidores.

    Segundo informações publicadas pelo UOL Esporte nesta sexta-feira, a diretoria corintiana espera avançar nas tratativas com a instituição financeira, enquanto avalia questões comerciais envolvendo o estádio.

    Estádio representa desafio financeiro

    Inaugurada em 2014, a arena corintiana tornou-se um dos principais símbolos da história recente do clube.

     O estádio recebeu partidas da Copa do Mundo daquele ano e passou a representar uma importante fonte potencial de receitas.

    Entretanto, os compromissos financeiros relacionados à construção e à manutenção da estrutura também se tornaram um desafio para diferentes administrações.

    A busca por soluções envolve negociações de dívida, exploração comercial, patrocínios e estratégias para aumentar a arrecadação.

    O objetivo é encontrar um equilíbrio entre as obrigações financeiras e a capacidade de investimento no futebol profissional.

    Direitos comerciais entram na discussão

    A negociação de direitos de nome, conhecida como naming rights, é uma prática utilizada por clubes e administradores de arenas para obter receitas mediante contratos com empresas.

    Esse modelo permite que marcas associem seus nomes a estádios durante períodos determinados, conforme as condições estabelecidas nos contratos.

    No caso corintiano, qualquer mudança dependerá de acordos comerciais e das obrigações contratuais existentes.

    Expectativa dos torcedores

    A torcida acompanha com atenção os possíveis desdobramentos das negociações, considerando a importância da arena para a identidade do clube.

    Uma reorganização financeira bem-sucedida poderia contribuir para melhorar a previsibilidade das receitas e permitir maior planejamento das próximas temporadas.

    Até a confirmação oficial dos termos negociados, porém, o desfecho permanece em aberto.

  • Educação integral entra no centro das propostas eleitorais e amplia debate sobre o futuro das escolas brasileiras

    Educação integral entra no centro das propostas eleitorais e amplia debate sobre o futuro das escolas brasileiras

    Expansão da jornada escolar e diferentes modelos de gestão educacional ganham destaque nas discussões sobre as prioridades do próximo governo.

    A educação brasileira ocupa posição importante no debate eleitoral de 2026, especialmente diante das propostas apresentadas pelos candidatos à Presidência da República para ampliar oportunidades de aprendizagem e melhorar os resultados das escolas públicas.

    Entre os assuntos discutidos estão a expansão do ensino em tempo integral, a organização das instituições escolares, a valorização dos professores e a necessidade de investimentos em infraestrutura.

    Na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva tem defendido a ampliação da educação integral, enquanto Flávio Bolsonaro apresenta propostas relacionadas ao fortalecimento de modelos de escolas militares.

    As diferenças entre as propostas refletem visões distintas sobre a organização do ensino e as estratégias consideradas prioritárias para melhorar o desempenho educacional.

    O papel da educação em tempo integral

    A ampliação da jornada escolar é apresentada como uma alternativa para oferecer aos estudantes mais oportunidades de aprendizagem, atividades culturais, práticas esportivas e acompanhamento pedagógico.

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    O modelo também pode contribuir para reduzir desigualdades, especialmente entre crianças e adolescentes que enfrentam dificuldades de acesso a atividades educativas fora do ambiente escolar.

    Entretanto, a implementação exige planejamento. Permanecer mais horas na escola não garante, por si só, melhores resultados acadêmicos.

    É necessário assegurar alimentação adequada, espaços de convivência, profissionais qualificados e propostas pedagógicas capazes de aproveitar o tempo adicional.

    Gestão escolar e qualidade do ensino

    Outro ponto central está na maneira como as escolas são administradas e acompanhadas.

    Os debates incluem disciplina, participação da comunidade, formação docente, avaliação de resultados e mecanismos de combate à evasão escolar.

    Independentemente do modelo escolhido, pesquisadores da área educacional destacam a importância de políticas públicas sustentáveis, capazes de produzir resultados ao longo de vários anos.

    Educação como prioridade nacional

    As decisões tomadas nos próximos anos poderão influenciar diretamente a formação de milhões de estudantes.

    Por isso, a discussão sobre educação ultrapassa as propostas de campanha e envolve questões estruturais, como financiamento, desigualdade regional e preparação dos jovens para o ensino superior e o mercado de trabalho.

    A expectativa é que o tema continue presente nas discussões eleitorais até o segundo turno, permitindo que a população compare propostas e avalie seus possíveis impactos.

  • Inteligência artificial ganha espaço nas salas de aula e transforma estratégias de ensino no Brasil

    Inteligência artificial ganha espaço nas salas de aula e transforma estratégias de ensino no Brasil

    Professores utilizam ferramentas digitais para desenvolver atividades personalizadas, estimular a participação dos estudantes e modernizar práticas pedagógicas.

    A inteligência artificial está ampliando sua presença no ambiente educacional brasileiro e provocando mudanças na maneira como professores planejam aulas, desenvolvem atividades e acompanham o aprendizado dos estudantes.

    O avanço das ferramentas digitais representa uma oportunidade para modernizar práticas pedagógicas e tornar o processo de ensino mais dinâmico. 

    Recursos capazes de organizar informações, sugerir exercícios, adaptar explicações e apoiar a elaboração de materiais estão sendo incorporados às rotinas de diferentes instituições.

    O tema ganhou destaque em publicações recentes da Agência Brasil, que abordam experiências de docentes utilizando inteligência artificial para inovar e estimular o engajamento dos alunos.

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    Novas possibilidades para o trabalho dos professores

    Uma das principais aplicações da tecnologia está no planejamento pedagógico. 

    Professores podem utilizar sistemas digitais para elaborar propostas de atividades, organizar conteúdos e produzir materiais complementares adequados aos diferentes níveis de aprendizagem.

    A inteligência artificial também permite explorar simulações, exercícios interativos e recursos que auxiliam estudantes a compreender conceitos complexos.

    Na educação superior, essas ferramentas podem apoiar pesquisas bibliográficas, organização de estudos e atividades de revisão. Entretanto, sua utilização exige critérios claros para evitar dependência excessiva e preservar o desenvolvimento do pensamento crítico.

    Desafios para as instituições de ensino

    A expansão da inteligência artificial também levanta questões relacionadas à proteção de dados, à integridade acadêmica e à confiabilidade das informações produzidas.

    Sistemas automatizados podem apresentar respostas incorretas, referências inexistentes ou interpretações inadequadas. Por esse motivo, a supervisão humana continua indispensável.

    Outro desafio está na desigualdade de acesso à tecnologia. 

    Nem todos os estudantes possuem equipamentos, conectividade ou formação digital suficientes para utilizar essas ferramentas em condições semelhantes.

    O futuro da educação

    Especialistas defendem que a inteligência artificial deve funcionar como instrumento complementar, e não como substituta da relação entre professores e alunos.

    A combinação entre tecnologia, acompanhamento pedagógico e metodologias participativas pode contribuir para uma educação mais acessível e personalizada.

    O desafio das instituições será aproveitar os benefícios da inovação sem comprometer a autonomia intelectual, a criatividade e a capacidade de análise dos estudantes.

  • Câmara aprova exame obrigatório para exercício da medicina e abre novo debate sobre formação médica no Brasil

    Câmara aprova exame obrigatório para exercício da medicina e abre novo debate sobre formação médica no Brasil

    Medida aprovada pelos deputados pretende vincular o registro profissional à avaliação dos conhecimentos adquiridos durante a graduação.

    A formação médica no Brasil voltou ao centro das discussões nacionais após a Câmara dos Deputados aprovar uma medida provisória que estabelece a obrigatoriedade de aprovação em exame para o exercício da medicina.

     A iniciativa representa uma mudança importante no debate sobre a qualidade dos cursos e os critérios utilizados para autorizar novos profissionais a atender a população.

    A proposta relaciona a obtenção do registro profissional à aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, o Enamed. 

    A intenção é utilizar uma avaliação nacional como instrumento para verificar se os futuros médicos desenvolveram conhecimentos e competências considerados essenciais ao exercício profissional.

    Atualmente, a formação médica envolve uma extensa trajetória acadêmica, que inclui disciplinas básicas, atividades laboratoriais, atendimento supervisionado e internato. 

    A nova exigência amplia a discussão sobre a necessidade de comprovar, por meio de avaliações padronizadas, que os profissionais estão preparados para assumir responsabilidades na assistência à saúde.

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    Qualidade do ensino e segurança dos pacientes

    Entre os principais argumentos apresentados em defesa da avaliação está a preocupação com a segurança dos pacientes.

     O exercício da medicina exige capacidade de interpretação clínica, tomada de decisões, conhecimento científico e domínio de procedimentos fundamentais.

    A avaliação também poderá estimular instituições de ensino a revisar seus projetos pedagógicos, fortalecer atividades práticas e acompanhar de maneira mais rigorosa o desempenho dos estudantes.

    Entretanto, especialistas em educação médica destacam que uma prova nacional, isoladamente, não é suficiente para avaliar todas as competências exigidas de um médico.

     Habilidades de comunicação, comportamento ético, relacionamento com pacientes e desempenho em situações clínicas também são componentes essenciais da formação.

    Impactos para universidades e estudantes

    A discussão interessa especialmente aos estudantes que estão concluindo a graduação e às instituições responsáveis pela formação de novos profissionais.

     Dependendo da regulamentação definitiva, o exame poderá influenciar a preparação acadêmica e os procedimentos necessários para o ingresso no mercado de trabalho.

    A medida também deve ampliar os debates sobre infraestrutura universitária, qualificação docente, hospitais de ensino e oportunidades de treinamento supervisionado.

    Apesar da aprovação na Câmara, é importante acompanhar as etapas legislativas e a definição das regras de implementação antes de considerar a nova exigência plenamente aplicável.

    A discussão evidencia uma preocupação cada vez maior com a qualidade da formação médica e com a responsabilidade das instituições de ensino na preparação dos profissionais que atuarão no sistema de saúde brasileiro.

  • Brasil tem 1,5 milhão de crianças e adolescentes em trabalho infantil, menor número desde 2016

    Brasil tem 1,5 milhão de crianças e adolescentes em trabalho infantil, menor número desde 2016

    Total caiu 9,2% em 2025 e atingiu o menor patamar da série histórica do IBGE, mas problema ainda afeta 4% da população de 5 a 17 anos

    O Brasil registrou 1,499 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil em 2025, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O número representa 4% da população brasileira nessa faixa etária e é o menor registrado desde o início da série histórica, em 2016. Na comparação com 2024, houve uma queda de 9,2%, equivalente a cerca de 151 mil crianças e adolescentes a menos nessa situação.

    Menor nível desde 2016

    Em 2024, o país tinha aproximadamente 1,65 milhão de crianças e adolescentes em trabalho infantil, ou 4,3% da população de 5 a 17 anos.

    Com a redução registrada em 2025, o percentual caiu para 4%, estabelecendo o menor nível da série histórica da PNAD Contínua sobre o tema.

    A série do IBGE mostra que, em 2016, cerca de 5,2% das crianças e adolescentes estavam nessa condição, percentual significativamente superior ao atual.

    Mais de 1,1 milhão exercia atividades econômicas

    Do total de 1,499 milhão de pessoas em trabalho infantil em 2025:

    • cerca de 1,141 milhão exerciam atividades econômicas;

    • aproximadamente 358 mil realizavam produção apenas para o próprio consumo.

    A classificação considera a idade, o tipo de trabalho realizado, a jornada e as condições em que a atividade ocorre.

    O que é considerado trabalho infantil?

    No Brasil, crianças de até 13 anos não podem exercer atividade econômica remunerada nem trabalhar na produção para autoconsumo dentro dos critérios considerados pela pesquisa.

    A partir dos 14 anos, o trabalho é permitido apenas como aprendiz.

    Já adolescentes de 16 e 17 anos podem trabalhar formalmente, mas não podem exercer atividades noturnas, perigosas ou insalubres. Atividades fora dessas condições podem ser classificadas como trabalho infantil.

    Adolescentes de 16 e 17 anos são maioria

    A ocorrência do trabalho infantil aumenta conforme a idade.

    Em 2025, os adolescentes de 16 e 17 anos representavam 58,1% do total de crianças e adolescentes nessa situação.

    Isso acontece porque essa faixa etária apresenta maior participação no mercado de trabalho, inclusive em ocupações informais ou que não cumprem as condições previstas pela legislação.

    Meninos são maioria

    A pesquisa também mostra diferenças importantes entre meninos e meninas.

    Cerca de 65,4% das pessoas em trabalho infantil eram do sexo masculino, mantendo uma tendência já observada em levantamentos anteriores.

    A incidência também permanece maior entre crianças e adolescentes pretos ou pardos, que representam aproximadamente 67% do total nessa condição.

    Norte tem maior proporção

    Em números absolutos, o Sudeste concentra a maior quantidade de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil.

    Proporcionalmente, porém, a Região Norte apresenta a maior incidência entre a população de 5 a 17 anos.

    As diferenças regionais refletem fatores como renda familiar, informalidade, acesso à educação e características do mercado de trabalho local.

    Comércio aparece entre principais atividades

    A maior parte das crianças e adolescentes identificados em situação de trabalho infantil atua em atividades não agrícolas.

    Em 2025, aproximadamente 83,3% estavam em setores fora da agricultura, com destaque para comércio e atividades de reparação de veículos.

    Ainda assim, atividades agrícolas e de produção para consumo próprio continuam presentes, principalmente em determinadas regiões do país.

    Trabalho afeta frequência escolar

    A pesquisa mostra uma diferença significativa na frequência à escola.

    Entre crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, 86,9% frequentavam a escola.

    Entre os que não estavam nessa situação, a frequência escolar chegava a 97,5%.

    A diferença reforça a relação entre trabalho precoce e maior risco de prejuízo à trajetória educacional.

    Jornadas podem ultrapassar 40 horas

    Além da frequência escolar menor, parte dos adolescentes enfrenta jornadas consideradas longas.

    Segundo os dados de 2025, 21,4% daqueles em situação de trabalho infantil trabalhavam mais de 40 horas semanais.

    Jornadas extensas podem dificultar a permanência na escola e reduzir o tempo destinado ao descanso, lazer e desenvolvimento.

    Piores formas de trabalho infantil também recuaram

    O IBGE também analisa atividades incluídas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil, conhecida como Lista TIP.

    Em 2025, aproximadamente 525 mil crianças e adolescentes estavam envolvidos nesse tipo de atividade, número inferior ao observado no ano anterior.

    Essas ocupações incluem trabalhos considerados perigosos, insalubres ou prejudiciais à saúde, à segurança e ao desenvolvimento.

    Rendimento médio foi de R$ 936

    Entre as crianças e adolescentes em trabalho infantil que recebiam remuneração, o rendimento médio mensal ficou em torno de R$ 936 em 2025.

    O valor é inferior ao rendimento observado entre adolescentes que trabalhavam dentro das condições permitidas pela legislação.

    Queda foi maior entre famílias do Bolsa Família

    Os dados também mostram redução expressiva entre crianças e adolescentes pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família.

    Nesse grupo, o trabalho infantil caiu cerca de 20,1%, e aproximadamente 144 mil dos 151 mil casos eliminados entre 2024 e 2025 estavam em famílias que recebiam o benefício.

    O dado indica uma forte associação entre a queda registrada e famílias atendidas por políticas de transferência de renda, embora fatores econômicos e sociais adicionais também possam ter contribuído.

    País ainda não eliminou o problema

    Mesmo com o menor número desde 2016, o Brasil ainda não conseguiu cumprir a meta de erradicação do trabalho infantil até 2025 prevista nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

    O país continua com quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes submetidos a atividades consideradas incompatíveis com sua idade ou com as condições previstas em lei.

    Pesquisa tem caráter experimental

    O IBGE classificou os dados de 2025 como estatísticas experimentais.

    A metodologia está sendo adaptada às recomendações internacionais da Organização Internacional do Trabalho e ainda passa por avaliação técnica. Por isso, o próprio instituto recomenda cautela na interpretação dos números.

    Queda é histórica, mas desafio permanece

    A redução de 9,2% em apenas um ano representa um avanço importante no combate ao trabalho infantil.

    Mesmo assim, os dados mostram que o problema permanece concentrado entre grupos mais vulneráveis, especialmente adolescentes mais velhos, meninos e crianças e jovens pretos ou pardos.

    Com 1,499 milhão de crianças e adolescentes ainda nessa situação, o Brasil chega ao menor nível desde 2016, mas permanece distante da erradicação completa do trabalho infantil.

  • Flávio Bolsonaro será entrevistado pela Globo nesta sexta; veja horário e onde assistir

    Flávio Bolsonaro será entrevistado pela Globo nesta sexta; veja horário e onde assistir

    Candidato do PL participa de entrevista ao vivo conduzida por Renata Lo Prete na reta final do segundo turno das eleições presidenciais de 2026

    O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) será entrevistado pela TV Globo nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, como parte da cobertura do segundo turno da eleição presidencial.

    A conversa será conduzida pela jornalista Renata Lo Prete, ao vivo, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A entrevista está prevista para começar às 21h15, após o Jornal Nacional.

    Onde assistir à entrevista

    Além da transmissão pela TV Globo, a entrevista também poderá ser acompanhada pela GloboNews e pelo g1.

    Depois da exibição ao vivo, o conteúdo ficará disponível na íntegra no Globoplay e no g1, permitindo que o público assista posteriormente.

    Entrevista acontece na reta final do segundo turno

    Flávio Bolsonaro disputa o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    A votação está marcada para 25 de outubro, o que coloca a entrevista a pouco mais de uma semana da decisão nas urnas. No primeiro turno, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%, segundo os resultados divulgados após a apuração.

    Lula também participa da série de entrevistas

    A entrevista de Flávio faz parte de uma série organizada pela Globo com os dois candidatos que avançaram ao segundo turno.

    A ordem das entrevistas foi definida por sorteio realizado com representantes das campanhas.

    O formato permite que cada candidato apresente suas propostas, explique prioridades para um eventual governo e responda a questionamentos sobre temas considerados relevantes para o eleitorado.

    Economia deve estar entre os principais assuntos

    Entre os temas que podem aparecer na entrevista está a agenda econômica apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro.

    Seu programa de governo propõe medidas como redução de gastos públicos, revisão da reforma tributária, retomada de privatizações e reformas administrativas, além de mudanças nas regras do mercado de trabalho.

    Na área trabalhista, a campanha defende mecanismos para tornar contratações mais flexíveis, incluindo contratos por hora e modelos específicos para jovens e trabalhadores mais velhos.

    Especialistas e adversários políticos têm cobrado maior detalhamento sobre os custos e o impacto fiscal de algumas dessas propostas.

    Segurança pública também deve ganhar destaque

    Outro eixo central do plano de governo de Flávio é a segurança pública.

    Entre as propostas apresentadas estão:

    • redução da maioridade penal;

    • endurecimento das medidas contra organizações criminosas;

    • construção de novos presídios federais;

    • ampliação do monitoramento eletrônico de agressores;

    • reforço das ações de combate ao tráfico de armas e drogas nas fronteiras.

    O tema ganhou ainda mais espaço na campanha após o avanço de propostas de segurança pública no Congresso.

    Fim da escala 6×1 está no centro do debate eleitoral

    A discussão sobre o fim da escala 6×1 também passou a ocupar posição de destaque no segundo turno.

    A proposta avançou no Congresso nos últimos dias e provocou disputas entre as campanhas sobre direitos trabalhistas, redução da jornada e impacto econômico para empresas.

    Flávio tem defendido mudanças na organização do trabalho e também passou a manifestar apoio ao fim do modelo 6×1, tema que deverá continuar presente nos debates da reta final da campanha.

    Candidato também poderá ser questionado sobre ajuste fiscal

    A campanha de Flávio Bolsonaro propõe melhorar o resultado primário do governo em aproximadamente 1,5% do PIB em cerca de 18 meses.

    A equipe econômica do candidato afirma que pretende reduzir despesas e melhorar a eficiência do Estado, preservando programas sociais.

    Até agora, porém, parte das medidas necessárias para atingir essa meta ainda não foi detalhada publicamente, ponto que tem sido acompanhado por economistas e pelo mercado financeiro.

    Debate entre Flávio e Lula será no domingo

    Além da entrevista desta sexta-feira, Flávio Bolsonaro e Lula têm participação prevista no debate da Band no domingo, 18 de outubro.

    Flávio havia inicialmente declarado que não compareceria, mas posteriormente mudou de posição e confirmou presença.

    O encontro será uma das principais oportunidades de confronto direto entre os dois candidatos antes do segundo turno.

    Globo também prepara debate final

    A TV Globo programou ainda um debate entre os candidatos para 23 de outubro, dois dias antes da votação.

    O encontro fará parte da reta final da cobertura eleitoral da emissora e deverá reunir os dois candidatos para discutir propostas e responder diretamente um ao outro.

    Entrevista poderá definir temas da reta final da campanha

    A participação de Flávio Bolsonaro nesta sexta-feira será uma oportunidade para o candidato detalhar propostas que, até agora, aparecem de forma mais ampla em seu programa de governo.

    Economia, emprego, segurança pública, programas sociais, relação com o Congresso e propostas trabalhistas estão entre os assuntos que podem dominar a entrevista conduzida por Renata Lo Prete.